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Joice Marcondes
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Joice Marcondes
Comentário ·
há 10 anos
Homem acusado injustamente de estupro é libertado depois de passar 30 anos na prisão
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
Brasil não combina com pena de morte. Se lá nos EUA, onde existe uma polícia bastante comprometida com a investigação do crime, os erros já ocorrem, imagine por aqui?! Ainda prefiro adoção de sistema penal privado. Prefiro que os presos custeiem sua estadia na prisão. E aos crimes mais graves, perpétua, para o indivíduo passar o resto da vida pensando no que fêz.
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Joice Marcondes
Comentário ·
há 10 anos
A empregada causou prejuízo. Posso descontar do salário?
Márcia Priolli
·
há 10 anos
Limpar a própria casa é o de menos. Rapidamente nos adequamos às novas necessidades. Ruim mesmo, é uma legislação contra producente , que trata o empregador doméstico como vilão. Só se ouve falar em direitos trabalhistas, direito a tudo. Ainda não ouvi falar nos deveres. Enquanto isso, os empregadores continuam sem ter como medir a hora/trabalho de seus empregados, uma vez, que em sua maioria, também trabalham fora. São empregadores tratados como verdadeiros empresários, só que de empresa alguma. Empregadores que se faltam ao seu trabalho, são descontados e que precisam dar satisfações de tudo para seus chefes, mas que não ousem cobrar de seus empregados!!!! País em que domésticos em suas entrevista (ao futuro patrão) exigem que seus patrões não tenham filhos, que morem sozinhos de preferência, que não tenham cachorro, que morem em apartamentos de 50 metros e que exigem receber o mesmo que receberiam se trabalhassem em uma casa de 500 metros, que saem do trabalho assim que se encerra o "serviço", mas odeiam cumprir horas de trabalho. Não gostam de cumprir as 8 horas diárias (acham desaforo), que possuem o direito de destruir os aparelhos domésticos, queimar e manchar roupas sem a menor preocupação (afinal "patrão é tudo rico"), usar secadora mesmo que em pleno clima de 40 graus (dane-se a conta de luz), usar telefone do patrão para ligações interurbanas, falar o dia inteiro pelo zap zap, etc. Ou seja, essa legislação, só visou os benefícios aos domésticos e empurrou os encargos e toda sorte de penalidades aos empregadores. Só me referi a quem reside nas grandes cidades. Em relação a essas pequenas cidades em que nem registro esses trabalhadores possuíam, ok, mas temos que pensar assim... Para exploradores de empregados natos, não vai ser uma legislação q vai alterar sua falta de caráter. A legislação só sobrecarregou, os bons empregadores, cumpridores de suas obrigações e que por muitas vezes, faziam além de suas obrigações, pagando escola para os filhos dos empregados, plano de saúde, cesta básica, etc. Aliás essa história de confundir empregado com os da casa, já não existe mais nos grandes centros, há anos, filme da Casé está fora de moda. Mas sabe como é..... ela deve ter usado a própria régua para medir os demais patrões.
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Joice Marcondes
Comentário ·
há 11 anos
WhatsApp e Justa Causa!
Advogado Atualizado
·
há 11 anos
Entendo que a empresa só poderia intervir junto a seus funcionários, em forma de advertência disciplinar por escrito, caso as conversas estivessem ocorrendo durante o expediente, "roubando" assim, os minutos ou até horas de trabalho que deveriam ser dedicadas às funções de cada um, independente do assunto tratado pelo grupo. Caso persistisse, até poderia se encaixar em desídia. Em relação às supostas ofensas aos colegas de trabalho, entendo que se de fato tivessem ocorrido (o que me parece que não foi o caso), se encaixariam em incontinência de conduta, ou mau procedimento, pois elas foram à público. Logo, descaracteriza-se a "intromissão" da empresa em esfera particular. E finalizando, deve-se ter em mente, que conversas em grupo de watsapp, não são absolutamente privativas, pois os próprios administradores destes aplicativos, possuem acesso às conversas, e isto geralmente vêm sendo avisado nas políticas e termos de usos, geralmente escritos em inglês.
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